sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Estudantes Paranaenses invadem Assembléia Legislativa do Paraná.

Mesmo após protesto dos estudantes paranaenses e sindicalistas os deputados aprovaram projeto de lei da privatização.

Estudantes e sindicalistas ocuparam e lotaram a galeria destinada ao público da Assembléia Legislativa do Paraná (Alep) no início da tarde desta segunda-feira (5) para pressionar os deputados estaduais e evitar que os parlamentares aprovarem o projeto de lei que permite ao estado do Paraná terceirizar serviços públicos, através de Organizações Sociais (OSs). A iniciativa é do governo Richa, mas enfrenta resistência de sindicatos e entidades estudantis paranaenses.



Os manifestantes prometiam interromper a votação do projeto sempre que ele entrasse em pauta, com a justificativa que não houve debate com a sociedade sobre a terceirização de serviços. O grupo gritava palavras de ordem regulamente desde o início da sessão. Uma delas dizia: “Não! Não à privatização!” Além disso, eles exibiam faixas contra a proposta.

Às 18h30, houve novo confronto entre manifestantes e seguranças. Um grupo de pessoas que estava na rampa de acesso tentou entrar no plenário e reforçar a ocupação, mas foi contido. Em seguida, a presidência da Casa mandou cortar o sinal de internet sem fio do plenário para evitar a comunicação dos manifestantes com pessoas do lado de fora da Casa.

Os deputados pediram a desocupação do plenário e, em troca, comprometiam-se a votar apenas em primeiro turno o projeto de lei. Pela proposta, a votação seria retomada nesta terça-feira e seria dada a oportunidade de duas pessoas discursarem antes da votação. Os manifestantes rejeitaram a idéia e disseram que só sairiam do plenário se a terceirização fosse discutida com a sociedade em audiências públicas, antes de ser votada pelos deputados Logo após a saída dos manifestantes, o presidente da Assembléia Legislativa do Paraná.

Após muita repressão e confrontos com a polícia militar, os estudantes desocuparam a Alep. Logo após isso o presidente da casa, Valdir Rossoni (PSDB), ignorou o protesto de 250 pessoas e colocou em votação, o projeto de lei.

Por volta das 23h24 do mesmo dia, o projeto de lei que permite ao Governo do Estado terceirizar serviços públicos foi aprovado pelos deputados da Alep. O texto recebeu 40 votos favoráveis e apenas quatro contrários.

A ocupação da Assembléia por sindicalistas e estudantes pretendia evitar a votação do projeto sem a participação da sociedade, através de audiências públicas. Durante a invasão, houve empurra-empurra com seguranças, que chegaram a usar armas de choque-elétrico para conter os manifestantes.

A UPES encara a atitude como de total desrespeito com a população do Paraná e desde já diz que não vai se calar a esse tipo de atitude. "Sem dúvidas estamos prontos para acabar com a politica suja que os deputados do Paraná tem feito. A UPES não vai se calar e nem deixar de defender, não só os estudantes, mas também toda a população do estado" diz Higor Juan Bernardino, diretor de comunicação da entidade.

Veja aqui vídeo publicado pela RPC TV.

Coletivo de Comunicação UPES

# Bem Vindos ao Site Oficial da UPES

Desde sua reconstrução em 2005, a União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES) vem tentando somar espaços que são importantes para a entidade. Por isso a cada gestão ela inova ainda mais, lançando sempre algumas coisas que antes não possuíamos, essa nova gestão da UPES começou a inovar em seu congresso, que foi o mais representativo dos 66 anos de História da UPES, o com maior número de cidades.

Notamos que a UPES tem inovado, e um exemplo claro disso é a comunicação que desde fevereiro de 2011 vem crescendo, com o antigo Portal da UPES alcançamos estudantes de todo lugar e chegamos a um número impressionante de visitas diária, números esses que crescem a cada dia.

Em um momento muito especial onde as redes sociais, os meios de comunicação e afins estão no auge, a UPES não poderia ficar de fora, por isso vimos a necessidade de expandirmos pela terceira vez ainda nesse ano, pela primeira vez mudamos de um blog simples para um com 6 páginas um pouco mais completa, e dessa vez partimos para o Site Oficial, feito com todo cuidado para que não faltasse informação alguma. Esse site é o local onde vocês estudantes, sociedade, poderão acompanhar diariamente o que está se passando nos bastidores secundarista paranaense, além de muito entretenimento e diversão que o novo site proporcionará a vocês.

Nesse mês de Novembro o coletivo de comunicação da UPES lançou a campanha: #UPES dominando as Redes! Que tem por objetivo maior, juntar a UPES, que não tem estrutura financeira para chegar as cidades e os estudantes que não tem espaços para juventude nessas cidades, e outros motivos que os levam a navegar pela rede. O ponto de encontro entre essas partes foi a internet. Logo que lançada a campanha vimos que ela começou a dar grandes efeitos, em poucos dias a UGES e UESA entraram na onda do #UPES dominando as Redes e lançaram seus portais oficiais, pois acreditam que através da comunicação há uma maior facilidade de acesso aos estudantes.

Agora com o novo site vamos ampliar ainda mais nosso espaço nas redes, cada uma das mais de 10 páginas do site foram feitas para que o estudante secundarista paranaense sinta em casa e tenha todas as informações que precisar em um único lugar. E queremos que vocês, estudantes do Paraná e Brasil, marquem junto com a diretoria da UPES um momento especial na história da Comunicação Secundarista Paranaense.

UPES... Perto de você, onde você estiver!!!
Coletivo de Comunicação UPES

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

#OcupeBrasília encerra acampamento com pressão e "pelada" dentro do congresso nacional

Seguranças tentaram impedir entrada dos estudantes na votação do Estatuto da Juventude; teve “pelada” no Salão Azul do Senado e Romário visitou o acampamento


Em dia de votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado pela aprovação do projeto que cria o Estatuto de Juventude (PCL 98/11), os estudantes do #OcupeBrasília começaram a manhã de quarta-feira (14) já com uma grande surpresa: o deputado federal pelo PSB e também ex-jogador de futebol, Romário, visitou o movimento para “bater uma bolinha” com os acampados.

“Apoio completamente o acampamento. É importante o que vocês estão fazendo aqui, e eu vou lutar por isso também. Agora, saibam que esse Estatuto só vai ser aprovado porque vocês estão aqui”, disse enquanto conversava sobre o direito da meia entrada para os estudantes.

Após o “bate bola” rápido com o deputado, os acampados caminharam até o Congresso Nacional para participar da votação do Estatuto, que está sendo relatado pelo senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP). Os estudantes querem a aprovação do texto com um Sistema Nacional de Juventude (SNJ), a meia passagem e a meia entrada para estudantes em todos os eventos culturais, incluindo a Copa de 2014.

Estudantes pressionam e conseguem acompanhar a votação na CCJ
Avisados de que estudantes acampados na Esplanada dos Ministérios tentariam entrar na CCJ para acompanhar a leitura do parecer, a segurança na Casa foi reforçada. Ainda no começo da manhã, os agentes legislativos impediram os manifestantes de entrar pelo portão principal, que então se deslocaram para uma das portarias de acesso ao Senado, em área externa.

Após pressão dos estudantes, os seguranças agiram com repressão e agrediram os jovens com spray de pimenta.

A pressão continuou e diretores da UNE e da UBES comunicaram imediatamente alguns senadores que participavam da reunião da comissão. Os parlamentares se prontificaram em interferir na ação, permitindo o acesso à sala de reunião. “Parece que houve um exagero no zelo da nossa segurança, que usou até spray de pimenta. Faço um apelo à presidência da Casa, peço que autorize os estudantes a participarem dessa reunião”, solicitou o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE).

Já o senador Roberto Requião (PMDB-PR) criticou o presidente da CCJ, Eunício Oliveira (PMDB-CE), pelo impedimento da entrada dos estudantes. “Os rapazes me telefonaram, eu me dirigi à portaria e o chefe da segurança me informou que o impedimento havia ocorrido por ordem direta do senador Eunício. Não tem sentido nenhum, incidente desnecessário, provocado por uma medida inoportuna, desnecessária da segurança do Senado”, disparou.

Após a intervenção dos senadores, os manifestantes conseguiram entrar e acompanhar a votação. Após negar ter impedido a entrada dos jovens na reunião, o presidente da CCJ, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), desculpou-se e permitiu o acompanhamento da leitura do relatório sobre o Estatuto.

Adiada a votação do Estatuto da Juventude
Durante a sessão, o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) reformulou seu parecer favorável ao projeto de lei da Câmara (PLC 98/11) que institui o Estatuto da Juventude, acolhendo, inclusive, algumas emendas de senadores. Mas, não houve consenso para sua votação na CCJ.

Se não houver entendimento até a próxima quarta-feira (21), quando a proposta volta à pauta de votações, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) deverá apresentar voto em separado, recurso utilizado para votar separadamente parte da proposição submetida ao exame dos parlamentares que pediram vista, retirada especificamente para esse fim.

Randolfe formulou o texto para garantir o benefício da meia-entrada aos estudantes e minimizar o prejuízo causado ao setor cultural pela expedição de identidades estudantis fraudulentas e sem controle. A venda de ingressos com desconto de 50% também será limitada à metade da ocupação da casa de espetáculo, no caso de eventos financiados com recursos públicos, e a 40% do total de bilhetes, se for custeado exclusivamente por entidades privadas.

Randolfe, durante a leitura, exaltou a importância de dar continuidade à autonomia das entidades estudantes, no caso da UBES e da UNE. “Essas entidades foram as primeiras a dar cara ao jovem no Brasil. Foram as primeiras a sofrer perseguição e são as primeiras até hoje a sofrer repressão. Temos que garantir autonomia e o direito legítimo de prevalecer essas entidades estudantis como representantes de nossos jovens”, explicou aos senadores.

Com bandeiras, cartazes e palavras de ordem, a presença dos estudantes foi fundamental para mostrar interesse na aprovação imediata. A UNE, a UBES e a ANPG já estão se mobilizando para semana que vem chamar pressionar novamente oo Senado e garantir a votação do Estatuto ainda este ano.

“Infelizmente, tivemos pedidos de vista e a votação foi novamente adiada. Seguiremos pressionando pois sabemos do nosso papel. Temos agora muita luta pela frente”, avaliou Daniel Iliescu, presidente da UNE.

Após sessão, estudantes ganham adesão de Parlamentares
Adiada a votação do Estatuto, os estudantes se reuniram no Plenário 19, sala ao lado da CCJ, para conversar sobre o ocorrido. Aos poucos, ganharam adesão de parlamentares como Randolfe Rodrigues, Inácio Arruda e Antônio Carlos Valadares (PSB-SE), que se posicionaram a favor da luta estudantil.

Randolfe, autor do relatório do projeto de lei que cria o Estatuto da Juventude, aplaudiu de pé a pressão dos estudantes e agradeceu o apoio. O senador é ex- militante da UNE da UBES e lembrou a história de lutas das entidades contra ditaduras e nas mobilizações pelas “Diretas Já!” e no “Fora Collor”.

“Nada valeria a pena se a alma de vocês fossem pequenas. E eu sei que não são. Fui da situação e da oposição no movimento estudantil, mas nunca caí no canto da sereia daqueles que quiseram dividir as entidades. Sei do papel importantíssimo da UNE, da UBES e não quero que vocês percam a autonomia. Vocês precisam continuar representando os estudantes”, pontuou.

Já Valadares exaltou o movimento #OcupeBrasília: “O Brasil acompanhou a demonstração de luta que vocês proporcionaram nessa semana acampados aqui em frente ao Congresso Nacional. Estou com vocês, pois precisamos de mais jovens assim, combativos e que exijam direitos”.

Por fim, Inácio Arruda fez um apelo para todos os jovens estarem semana que vem novamente na CCJ e acompanharem de perto a nova votação. “Antecipando-se a um eventual acirramento dos ânimos na reunião da próxima quarta-feira, alguns senadores sugeriram que a sessão se limitasse à permanência na sala aos líderes estudantis. Bobagem. Todos vocês cumprem um papel importante e exaltam vozes, sejam líderes ou não. Continuem pressionando, venham em peso. Temos que ter uma turma boa, pois esse movimento é fundamental para conquistar vitórias importantes para a sociedade”.

Encerramento do Ocupe Brasília acontece em grande estilo, pelada no salão azul e hino nacional ecoando no Senado

O movimento #OcupeBrasília, que permaneceu firma durante uma semana acampado em frente ao Congresso Nacional, chegou ao fim em grande estilo. Os estudantes, de mãos dadas, formaram um circulo imenso no Salão Azul do Senado para promover uma “pelada”, com bola autografada pelo deputado Romário, em protesto pela demora em aprovar o Estatuto e a regulamentação da meia entrada em todos os eventos culturais. Após a manifestação, os estudantes desceram pelas escadarias ecoando o Hino Nacional, por todo o Senad

Coletivo de Comunicação UPES

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Segunda Conferência Nacional da Juventude termina com vitórias para os Estudantes


Terminou na última segunda-feira (12/12), a 2ª Conferência Nacional de Juventude, que aconteceu em Brasília nos dias 9 a 12 de dezembro, e reuniu mais de dois mil delegados de todos os estados do país, eleitos em etapas municipais e estaduais, para discutir e aprovar propostas de políticas públicas para a juventude.



Ao longo dos três dias de conferência, Grupos de Trabalho discutiram propostas relacionadas a diversos temas, divididos em 5 eixos norteadores. Seguidos de 5 plenárias de eixo e, posteriormente, de uma plenária final, ao todo, foram aprovados 29 propostas. O documento final contém, entre outras coisas, um pedido de reforma política que garanta a participação dos jovens no poder, contemplando de forma igualitária a faixa etária e o gênero.

O presidente da UNE, Daniel Iliescu, avalia a conferência como um importante espaço para a juventude exercer sua democracia: “É um momento especial para a consolidação da democracia no Brasil. E mais um espaço que o movimento juvenil e estudantil e muitos atores encontram para acumular opiniões sobre as políticas de juventude e se unir em torno de uma força coletiva”.

A UNE, UBES, ANPG e cerca de 300 estudantes de todos os estados brasileiros estão, desde o último dia 6, mobilizados no acampamento #OcupeBrasília para pressionar o congresso pela aprovação rápida do Estatuto da Juventude, do PNE, com a aprovação de uma meta de investimento público da educação em 10% do Produto Interno Bruto (PIB).

“Há espaços institucionalizados, como a conferência, e não institucionalizados, como o #OcupeBrasília. Nossa participação na conferência foi mediada pelo #OcupeBrasilia, foi um encontro de duas formas importantes de luta: a mais radicalizada e a luta institucionalizada, ambas no debate de políticas que façam o estado avançar e se democratizar”, afirmou Daniel.

Às vésperas da votação da aprovação do Estatuto da Juventude, o debate em torno do modelo de desenvolvimento e das políticas adotadas pelo governo para os próximos anos está na voz dos estudantes. “A conferencia reafirmou o papel que pode ter o Estatuto: de estabelecer um marco legal avançado e, se aprovado o sistema nacional de juventude como fundo financiador das políticas de juventude, proporcionar avanços concretos para a juventude”, avaliou Daniel.

Do Site Oficial da UNE

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Vitória Nossa! 50º do Fundo Social do Pré Sal vai para a Educação

Com a presença de representantes da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Brasileira de Estudantes Secundaristas (Ubes), a Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado (CE) aprovou nesta terça-feira (6), por unanimidade, o PLS 138/11 , projeto de lei que destina às áreas de educação e de ciência e tecnologia metade dos recursos do Fundo Social. Criado no final do ano passado, o Fundo Social tem entre as suas principais fontes de receita os recursos do petróleo retirado da camada pré-sal.


Texto que havia sido aprovado pela Comissão de Serviços de Infraestrutura determina um mínimo de 50% dos recursos do Fundo Social para programas e projetos de desenvolvimento da educação pública (básica e superior). Mas emenda apresentada pelo relator na CE, senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), incluiu ainda a área de ciência e tecnologia. Na versão aprovada pela CE, desses 50%, no mínimo 70% terão de ser destinados à educação básica; 20% para a educação superior; e 10% para ciência e tecnologia.

Essa pode ser considerada a primeira vitória o movimento, organizado pela UNE, UBES e ANPG, chamado #OcupeBrasília. Desde a manhã do dia 6 de dezembro, mais de 200 jovens, de diferentes estados do Brasil, inclusive estudantes paranaenses, estão acampados na capital federal, no gramado em frente ao Congresso Nacional com o objetivo de acompanhar a tramitação do Plano Nacional de Educação (PNE) e reivindicar a sua votação ainda este ano, com a aprovação de uma meta de investimento público da educação em 10% do Produto Interno Bruto (PIB).

Segundo Antonio Carlos Valadares, a destinação de recursos mais expressivos para a educação é coerente com as metas fixadas pelo Plano Nacional de Educação para o decênio 2011-2020, enviado pela presidente Dilma Rousseff ao Congresso Nacional. Dentre elas estão: ampliar o investimento público em educação até atingir, no mínimo, o patamar de sete por cento do produto interno bruto (PIB) do País e universalizar o acesso à educação.

O autor do projeto, senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), lembra que a destinação de metade do Fundo Social à educação já estava prevista na lei que o criou, mas acabou vetada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- Toda inspiração da criação da do Fundo Social do Pré-sal estava vinculado quase que unicamente à educação. Se conseguirmos 50% para educação e ciência e tecnologia nós ajudamos todas as outras áreas – disse Inácio Arruda.

Já o senador Wellington Dias elogiou a iniciativa e se posicionou favorável à proposta, mas alegou que os percentuais sugeridos talvez sejam revistos pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde o projeto será votado em decisão terminativa.
- Estamos falando aqui de metade de US$ 1,5 trilhão para a educação. Não precisa desses recursos, por maiores que sejam as despesas, só para a educação. É um montante considerado muito elevado – disse o parlamentar.

Adaptado Da Redação UNE com informações Agência Senado
Coletivo de Comunicação UPES